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Dados do percurso: Duração: 1 dia Tempo ao volante: 2h00 Distancia: 100kms |
| Um percurso pelas Aldeias Ribeirinhas do Alqueva. De Serpa a Portel, passamos por diversas localidades, desde a pequena aldeia de Mina da Orada à barragem do Pedrógão. Visitamos Marmelar, Vidigueira e as ruínas de São Cucufate e finalmente Monte do Trigo. |
Veja a seguir o percurso detalhado.
![]() Iniciamos aqui o nosso percurso, nesta cidade cheia de história. Vamos fazer uma viagem pelas Aldeias Ribeirinhas do Alqueva, que nos levará até ao concelho de Portel. Chegados a Serpa começamos por circular as muralhas até chegarmos à porta de Beja. Junto a esta fica o Aqueduto erguido nos finais do século XVII sob o patrocínio de D. Francisco de Melo, eminente figura da nobreza local. O local é muito bonito e um dos mais característicos da cidade.
Entramos nas muralhas pela porta de Beja, seguimos até ao centro e estacionamos junto à Praça da Republica. Neste local salta logo à vista a imponente torre do relógio. Subimos pelas escadas até chegar a um pequeno largo onde está situada a Igreja de Santa Maria junto à qual encontramos a entrada para o Castelo.
![]() Prosseguimos viagem em direcção à primeira aldeia ribeirinha da nossa lista – Mina da Orada, tomando a estrada em direcção a Brinches. Pelo caminho perguntamo-nos como será esta aldeia, sabemos que é muito pequena e que junto a esta está uma mina de magnetite abandonada em 1971 que entretanto ficou inundada. Passamos Brinches e seguimos em direcção a Orada. De repente e sem qualquer sinalização vemos algumas casas à nossa esquerda - chegámos à Mina da Orada. É sem dúvida a aldeia ribeirinha mais pequena não tendo sequer ruas asfaltadas, o que já é raro nesta região. Passamos junto a um café e continuamos pela estrada de terra, percorrendo cerca de 200 metros chegarmos à Mina. ![]() Voltamos à povoação e vemos algo curioso, uma placa a indicar Mina da Orada. Percebemos então que esta era a entrada principal da aldeia, um caminho de terra, e não o acesso pela estrada de asfalto pelo qual chegámos. ![]() Seguimos agora em direcção à próxima aldeia: Pedrógão. Chegados ao asfalto, apanhamos a estrada que vem de Moura e passado cerca de 1 km junto à estrada, do lado esquerdo, vemos a Ermida de Nossa Sra dos Prazeres. ![]() Pouco depois passamos a ponte sobre o Guadiana que é agora a albufeira da barragem de Pedrógão e que faz parte do empreendimento de Alqueva funcionando em articulação com esta. Pedrógão é uma bonita aldeia alentejana. No centro encontramos lado a lado a Igreja Matriz e a bonita Capela de São Francisco.
Em frente à junta de freguesia há um pequeno jardim que proporciona uma boa sombra nos dias quentes, pelo que é um local de confraternização entre os habitantes da aldeia. Como sugestão, pode almoçar em Pedrogão - antes de seguir viagem -no restaurante Vermelhudo onde o ambiente é acolhedor e a simpatia uma constante. ![]() ![]() Pode visitar as Ruínas do Castelo, do qual resta apenas a torre de menagem, e a Igreja da Misericórdia. A Torre do Relógio pode também ser observada de diversos pontos da vila já que sobressai do restante casario.
Junto a Vidigueira fica Vila de Frades, terra de nascimento do escritor Fialho de Almeida, e bem perto ficam localizadas as ruínas romanas de São Cucufate, datadas do século I d.C., um local de visita obrigatória.
A seguir conduzimos pelo IP2 até Portel. Sede de concelho, a vila de Portel foi fundada em 1261. Localizada entre Évora e Beja, entre a planície alentejana e a serra, Portel tem um majestoso Castelo que imponente que domina a paisagem.
Siga em direcção ao centro da cidade e visite a Igreja Matriz, e a seguir suba até ao Castelo mais propriamente até à Praça D. Nuno Alvares Pereira, onde se ergue uma estátua do mesmo a cavalo. Ao lado ficam os paços do concelho, a Igreja da Misericórdia e junto a esta a porta de acesso à zona do Castelo.
![]() Finalmente vamos visitar a aldeia de Monte do Trigo que fica a apenas 10kms de distância. Sentimo-nos logo bem-vindos quando na saída do IP2 chegamos à rotunda à entrada da aldeia. Os letreiros caiados de branco e azul dão as boas vindas aos visitantes. No centro, a bonita Igreja Paroquial de São Julião, construída em meados do séc XX tem traços característicos com colunas em Pedra, o que a torna diferente de todas as outras igrejas que vimos durante o dia. ![]() Nuno Franco Junho/2011 |





























